O enquadramento nas imagens de pintura e no primeiro vivo não está muito bom e não foi retirado o som às imagens de pintura.
O microfone está muito perto da boca do primeiro entrevistado.
O ângulo das filmagens é sempre o mesmo e há uma ligeria dificuldade em estabilizar a câmera, isto é, quando a câmera “rodava” para filmar as pessoas presentes no seminário havia alguns “saltos” na imagem.
Subscrevo tudo o que a Sílvia disse embora tenhamos um problema com os micros (lol): não acho k esteja assim tao mal.
Quanto ao resto, eu vou deixar uma crítica que espero que entendam e que a tomem como posítiva. Os locutores das off’s têm de castrar um pouco o sotaque transmontano e o seu dialecto. Enquanto estivermos a fazer isto para a Utad TV é desculpável e até normal, mas deixa rapidamente de o ser se formos trabalhar par um generalista. Aí o Português/Lisboeta quer queiramos quer não, tem de ser adoptado
Subscrevo tudo o que a Sílvia disse embora tenhamos um problema com os micros (lol): não acho k esteja assim tao mal.
Quanto ao resto, eu vou deixar uma crítica que espero que entendam e que a tomem como posítiva. Os locutores das off’s têm de castrar um pouco o sotaque transmontano e o seu dialecto. Enquanto estivermos a fazer isto para a Utad TV é desculpável e até normal, mas deixa rapidamente de o ser se formos trabalhar par um generalista. Aí o Português/Lisboeta quer queiramos quer não, tem de ser adoptado.
Não sei se interessa apontar erros específicos, as pessoas estão a aprender, não é ainda um trabalho profissional, muito longe disso.
Apenas um pormenor porque é tendência geral, os depoimentos são muito longos.
O enquadramento nas imagens de pintura e no primeiro vivo não está muito bom e não foi retirado o som às imagens de pintura.
O microfone está muito perto da boca do primeiro entrevistado.
O ângulo das filmagens é sempre o mesmo e há uma ligeria dificuldade em estabilizar a câmera, isto é, quando a câmera “rodava” para filmar as pessoas presentes no seminário havia alguns “saltos” na imagem.
Subscrevo tudo o que a Sílvia disse embora tenhamos um problema com os micros (lol): não acho k esteja assim tao mal.
Quanto ao resto, eu vou deixar uma crítica que espero que entendam e que a tomem como posítiva. Os locutores das off’s têm de castrar um pouco o sotaque transmontano e o seu dialecto. Enquanto estivermos a fazer isto para a Utad TV é desculpável e até normal, mas deixa rapidamente de o ser se formos trabalhar par um generalista. Aí o Português/Lisboeta quer queiramos quer não, tem de ser adoptado
Subscrevo tudo o que a Sílvia disse embora tenhamos um problema com os micros (lol): não acho k esteja assim tao mal.
Quanto ao resto, eu vou deixar uma crítica que espero que entendam e que a tomem como posítiva. Os locutores das off’s têm de castrar um pouco o sotaque transmontano e o seu dialecto. Enquanto estivermos a fazer isto para a Utad TV é desculpável e até normal, mas deixa rapidamente de o ser se formos trabalhar par um generalista. Aí o Português/Lisboeta quer queiramos quer não, tem de ser adoptado.
Não sei se interessa apontar erros específicos, as pessoas estão a aprender, não é ainda um trabalho profissional, muito longe disso.
Apenas um pormenor porque é tendência geral, os depoimentos são muito longos.